♥ Não há memória mais terrível do que a pele... ♥
É mais como a voz dos meus pensamentos. Minhas inconformidades, meus sonhos, desamores, alegrias e tristezas. São aqueles momentos de solidão no escuro do quarto, quando tudo o que você quer é que o mundo fosse um lugar diferente do que é, que as pessoas pensassem e agissem no coletivo e não no singular, que a prioridade fosse DAR e não RECEBER, que a lágrima fosse de alegria e não de dor. Pare o Mundo Que Eu Quero Descer é mais um grito, o meu grito de dor no silêncio escuro do meu quarto...
domingo, 31 de julho de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
Afeto
Hoje eu não tenho o que escrever, até teria, mas me sinto tão cansada e carente que o que quero hoje é apenas carinho, afeto, aconchego.
A manha do resfriado me pegou e eu me sinto assim, tão frágil e indisposta, apenas querendo atenção um chamego, um afago.
Ai! Que vontade de colinho!!!
A manha do resfriado me pegou e eu me sinto assim, tão frágil e indisposta, apenas querendo atenção um chamego, um afago.
Ai! Que vontade de colinho!!!
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Doente e Carente
Sabe quando você sente que vai cair doente? Quando começa a sentir carência afetiva e pinta aquela manha toda de fazer biquinho querendo atenção e afeto? Quando você sente que seu corpo não te obedece e tudo o que ele quer é carinho e uma cama prá descansar?
É desconfortante a dor no corpo, mas o apelo afetivo é tão imperativo que a dor fica em segundo plano e até mesmo é mais uma arma chantagista de se obter a atenção requerida.
O corpo mole e dolorido, a voz rouca, rasgada e distante. Os olhos apelativos, longes e lacrimejantes, a pele que arde como fogo renovador. As forças minguadas e desesperançosas, os lábios ressecados e murmurantes... a febre, febre de carinho e atenção.
O corpo fraco, debilitado pela gripe ainda arranja forças para se dirigir até os braços acolhedores que se abrem em sua direção. Ah... é tão ruim ficar doente e ao mesmo tempo tão prazeiroso e acolhedor!
É desconfortante a dor no corpo, mas o apelo afetivo é tão imperativo que a dor fica em segundo plano e até mesmo é mais uma arma chantagista de se obter a atenção requerida.
O corpo mole e dolorido, a voz rouca, rasgada e distante. Os olhos apelativos, longes e lacrimejantes, a pele que arde como fogo renovador. As forças minguadas e desesperançosas, os lábios ressecados e murmurantes... a febre, febre de carinho e atenção.
O corpo fraco, debilitado pela gripe ainda arranja forças para se dirigir até os braços acolhedores que se abrem em sua direção. Ah... é tão ruim ficar doente e ao mesmo tempo tão prazeiroso e acolhedor!
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Alma
Perguntarão pela tua alma.
A alma que é ternura,
bondade,
tristeza,
amor.
Mas tu mostrarás a curva do teu vôo livre,
por entre os mundos...
E eles compreenderão que a alma pesa.
Que é um segundo corpo,
e mais amargo,
porque não se pode mostrar,
porque não se pode ver.
........ Cecícila Meireles ........
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Sem Fuga
....
Mente nebulosa de pensamentos sombrios,
Olhar perdido e um coração que já não bate.
Lábios só sussurram e angústias corroem o peito
As garras impiedosas da noite,
Abrem feridas cruelmente.
Resistir, resistir, resistir
Esta é minha lei.
....
♥ ♥ ♥ ♥
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Vazio
.....
Do vazio de minhas escolhas
Do vazio de minhas escolhas
meu coração ficou repleto do nada,
juntando às lacunas de meus erros
estagnou-se como água parada...
.....
(AD?)
Melhor Não Saber
Eu ainda continuo amando essa música. Muitas coisas já não fazem mais parte da minha vida, do meu cotidiano, mas ainda permanecem na memória, no meu íntimo e algumas ainda machucam causando um vazio no peito.Mas na vida a gente aprende a tudo superar e ultrapassar, mesmo que leve tempo, mesmo que arranque pedaços, mesmo que derrubem na caminhada, é só continuar olhando prá frente e prosseguir. Tem que se ignorar a dor, os sentimentos, superar e continuar. E eu vou ignorar tudo o que me aparecer pela frente, se preciso, vou atropelar e continuar, mas vou seguir. Eu não vou ficar aqui, vou seguir, mesmo aos berros.
domingo, 24 de julho de 2011
Páginas, Asas E Voos
Os poemas são pássaros que chegam não se sabe de onde e pousam no livro que lês. Quando fechas o livro, eles alçam vôo como de um alçapão. Eles não têm pouso nem porto; alimentam-se um instante em cada par de mãos e partem. E olhas, então, essas tuas mãos vazias, no maravilhado espanto de saberes que o alimento deles já estava em ti...
[Mário Quintana]
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